Valda Nogueira, a dona do olhar sensível em meio à brutalidade

Valda Nogueira era Fotógrafa e artista visual formada pelo projeto Escola de Fotógrafos Populares, e estudante de Artes Visuais da UERJ. “Ela tinha uma alegria contagiante e um jeito simples.

Valda Nogueira, a dona do olhar sensível em meio à brutalidade

Valda Nogueira era Fotógrafa e artista visual formada pelo projeto Escola de Fotógrafos Populares, e estudante de Artes Visuais da UERJ. “Ela tinha uma alegria contagiante e um jeito simples.

EUA retomam debate sobre reparação financeira para descendentes de escravos

“A questão de uma eventual compensação aos afro-americanos pelos erros cometidos pelos brancos durante o período da escravidão e da discriminação racial volta à tona nos Estados Unidos. Os pré-candidatos.

O que aconteceria se os museus europeus tivessem que devolver a arte colonial espoliada?

“O que seria dos grandes museus europeus se começassem a devolver a arte saqueada no passado para os seus países de origem? Alguns deles já estão dando pequenos passos nessa.

Você Conhece? A mulher negra que escreveu a primeira tese do Brasil sobre relações raciais

“Virgínia Leone Bicudo foi uma socióloga e psicanalista brasileira. Sendo a primeira não médica a ser reconhecida como psicanalista, foi essencial para a construção e a institucionalização da psicanálise no.

Fabulações críticas em curta-metragens negros brasileiros

“No livro Afro-Fabulations The Queer Drama of Black Life, Tavia Nyong’o questiona se “uma poética da afro-fabulação poderia suplementar, ou mesmo suplantar, a política da representação?”. Tais estratégias de afro-fabulação para Nyong’o.

O mais antigo terreiro ijexá do Brasil agora é patrimônio cultural de Salvador

“Na capital baiana, não passam de 15 os terreiros da Nação Ijexá. O endereço do terreiro remete ao passado do povo ijexá, habitante em massa do Subúrbio Ferroviário de Salvador,.

Na festa da Mangueira campeã, torcedores protestam contra Bolsonaro

“O enredo “História pra ninar gente grande” homenageou heróis esquecidos, como lideranças negras, indígenas e mulheres – segmentos que Bolsonaro historicamente procura marginalizar”.

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